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Índia - Trekking no Ladakh - O Himalaya Indiano c/ Luiz Simões

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EXPERIÊNCIAS:

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15 DIAS E 14 NOITES

Nível de dificuldade:

- Intenso -
Valor a partir de:

US$ 4.500,00

Terrestre

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Ladakh, terra de muitos passos em tibetano, apesar de formar parte da Índia, foi durante séculos um pequeno reino budista em pleno Himalaia. Hoje é conhecido como o “Pequeno Tibete” e é um dos lugares onde a cultura tibetana mais se preserva.
 
Leh, sua capital, se encontra a 3500 metros de altitude, isolada do resto do mundo por 4 passos de montanha intransponíveis durante boa parte do ano devido ao acúmulo de neve durante inverno. No seu curto verão, em Leh se encontram viajantes e montanhistas de todo o mundo e ali passaremos nossos primeiros dias de aclimatação, visitando monastérios budistas e templos da cidade e arredores, sentindo-nos literalmente a quatro passos do céu.

Pontos de Interesse

- O guia desta viagem já realizou diversas viagens na região, e conhece muito bem a cultura e geografia local.

- Nossa viagem começa com um cuidadoso processo de aclimatação que inclui 3 dias e 3 noites em Leh, a 3500 metros de altitude, nos quais além de exercitar-nos, fazemos passeios culturais pela região. Antes de cruzar o passo mais alto do trekking temos um dia de descanso em um vale onde podemos fazer passeios e conhecer os pastores locais com seus rebanhos de yaks e cabras e sua produção artesanal de queijos.

- Usamos hotel 5* em Delhi e o melhor hotel disponível em Leh antes e depois do trekking, para maior conforto de nossos clientes.

- Oferecemos, durante o trekking, barracas de alta montanha além de completo equipamento de camping com barraca cozinha, barraca refeitório com mesas e cadeiras e barraca banheiro.

- Tanto em Leh como nos dias de trekking incluímos regime de pensão completa com café da manhã, almoço e jantar.

- Oferecemos diversas opções de extensões por diferentes cidades da Índia.

- Oferecemos um vídeo (opcional) que servirá como uma linda recordação desses dias tão intensos vividos durante o trekking.  

Sobre a Trilha

O grau de dificuldade de uma trilha é bastante subjetivo. O que é uma trilha fácil para um, é impossível para outro dependendo da forma física, experiência, idade e mais do que tudo motivação. Apesar disso, de um modo geral, costuma-se classificar este trekking em grau médio de dificuldade. A média de distâncias percorridas será de aproximadamente 11 km por dia. A altitude é grande fator de dificuldade, já que em alguns dias estaremos acima de 4.000 metros e cruzaremos um passo de 5.100 metros. Também o frio dificulta um pouco, mas com bom equipamento, essa dificuldade é contornada. Como resumo, podemos dizer que uma pessoa saudável, em regular estado de preparo físico poderá fazer esta trilha sem maiores problemas. Recomendamos um preparo físico de pelo menos 6 meses para aqueles que são sedentários. Caminhadas, bicicleta e aparelhos como step nas academias são treinos efetivos para o que vamos enfrentar na trilha.

Dia a Dia

18/08 - 1º Dia - DELHI

Chegada ao aeroporto de Delhi, traslado (não incluído) ao hotel Le Meridien. Restante do dia livre.

 

Pernoite em hotel
 
Sem refeições inclusas


19/08 - 2º Dia - VOO DELHI / LEH

Após o café da manhã voaremos de Delhi para Leh. O voo, com vistas espetaculares, cruza uma das partes mais largas do Himalaia.
Leh, além de "trekking paradise", também é conhecida como terra de monges e monastérios. Aqui passaremos três noites no agradável hotel Singge Palace em regime de pensão completa (café da manhã,  almoço e jantar) e visitaremos templos da cidade e arredores para iniciar nosso processo de aclimatação.
 
Pernoite em hotel
 
Pensão completa


20/08 - 3º Dia - CITY TOUR EM LEH

Após o café da manhã, visitaremos o templo Shanti Stupa, construído no alto de uma colina por budistas japoneses e tibetanos e consagrado pelo Dalai Lama. Mais tarde, visitaremos o secular palácio de Leh e o monastério de Jokhang no mercado central de Leh.

Pernoite em hotel
Pensão completa



21/08 - 4º Dia - ARREDORES DE LEH

Hoje visitaremos Thiksey Gompa e o Palácio Shey, nos arredores de Leh. Espetacularmente localizado no alto de uma colina sobre um lindo vale cruzado pelo rio Indo, Thiksey é um dos mais impressionantes monastérios budistas. O Palácio Shey foi um dia a residência da família real. Uma estátua de Buda de sete e meio metros de altura, banhado em ouro, é o maior de sua espécie.
 
Pernoite em hotel
Pensão completa


22/08 - 5º Dia - LEH / SPITUK / ZINCHEN - Início do trekking

Nos levantaremos cedo para o café da manhã e iremos em transporte privado até Spituk, cruzando o vale do rio Indo. Caminharemos até Zinchen, onde acamparemos pouco acima da aldeia.  A partir de hoje estaremos com toda nossa equipe: nosso guia brasileiro, guias locais, cozinheiro e ajudantes de cozinha, muleiros e as mulas de carga. Termos conosco barracas duplas, barraca refeitório, barraca banheiro, barraca cozinha. Durante toda a duração do trekking todas as refeições estarão incluídas.

8hrs. de trekking

Pernoite em acampamento

Pensão completa



23/08 - 6º Dia - ZINCHEN / VALE DO RUMBAK / YURUTSE

Teremos um dia leve, no qual cruzaremos vários rios até entrar no estreito vale de Rumbak, onde acamparemos nas proximidades do pequeno vilarejo.

10km trekking - 650m subida

Pernoite em acampamento

Pensão completa



24/08 - 7º Dia - YURUTSE / GANDA-LA PASS / SHINGO

Hoje teremos uma ascensão gradual de 3 horas até o passo de Ganda-La, a 4985 metros com vistas espetaculares. Logo desceremos até o vilarejo de Shingo, onde acamparemos.
 
12km trekking - 800m subida / 1.135m descida
 
Pernoite em acampamento
 
Pensão completa


25/08 - 8º Dia - SHINGO / SKIU

Hoje desfrutaremos de um dia agradável com declive através de um vale estreito coberto de arbustos. Mais tarde, o vale se abre e nos aproximamos da aldeia de Skiu, onde acamparemos.

10km Trekking / 350m descida

Pernoite em acampamento

Pensão completa



26/08 - 9º Dia - SKIU / MARKHA

Caminharemos ao longo do rio Markha, seguindo o curso do rio até a aldeia de Markha, a maior vila da região, onde acamparemos.
 

16km Trekking / 300m subida
 
Pernoite em acampamento
 
Pensão completa


27/08 - 10º Dia - MARKHA / ALDEIA DE HANKAR / VALE DE NIMALING

Desceremos o rio e passaremos por pequenos vilarejos tibetanos onde se pratica agricultura e pecuária de autossuficiência até a aldeia de Hankar. Logo subiremos gradualmente até o vale de Nimaling, que é o campo de pastagem de verão para os yaks e cabras de todo a região de Markha. Aqui acamparemos por duas noites.
 

19km Trekking / 1.300m subida
 
Pernoite em acampamento
 
Pensão completa


28/08 - 11º Dia - NIMALING / CAMPO BASE DO MONTE KANGYATSE

Hoje teremos um dia de descanso, acampados no verde vale de Nimaling, onde certamente poderemos ver pastores com seus rebanhos e produtores de queijo de yak. Poderemos também fazer um passeio até o campo base do Monte Kangyatse, de 6100 metros de altitude.
 
Pernoite em acampamento
 
Pensão completa


29/08 - 12º Dia - NIMALING / KONGMARU PASS / CHOKDO

Começaremos o dia com uma curta, porém íngreme subida até o passo de Kongmaru(5.100m). Logo desceremos pela outra vertente por um profundo cânion e acamparemos nossa última noite de trekking perto da aldeia de Chokdo.
 
15 km trekking - 300m subida / 1.500m descida
 
Pernoite em acampamento
 
Pensão completa


30/08 - 13º Dia - CHOKDO / MARTSELANG / MONASTÉRIO DE HEMIS / LEH

Em nosso último dia de trekking teremos uma curta caminhada por um estreito vale com rochas de diferentes cores, até chegarmos a Martselang. Dali, nos dirigiremos ao monastério de Hemis, um dos mais importantes de Ladakh e logo a Leh, voltando ao nosso hotel Singge Palace e a noite termos nosso merecido jantar de despedida. A acomodação será em quarto deluxe em regime de pensão completa.

19km Trekking / 1.300m subida

 
Pernoite em hotel
 
Pensão completa


31/08 - 14º Dia - LEH / DELHI / CITY TOUR

Logo após o café da manhã, traslado ao aeroporto para nosso voo de uma hora e meia com destino a Delhi.
 
Mais tarde, visitaremos o túmulo de Humayun, magnífico exemplo da arquitetura Mongol, inspirada na arquitetura persa. Em seguida, passaremos pelas construções de Lutyens. Edwin Lutyens, arquiteto britânico, estabeleceu a área administrativa central da cidade. Visitaremos o impressionante Rashtrapati Bhawan, anteriormente conhecido como Viceroy's House, localizado no topo do Raisina Hill e, finalmente, o India Gate, que é o monumento nacional da Índia, situado no coração de Nova Deli. Foi desenhado por Sir Edwin Lutyens em homenagem aos 70 mil soldados indianos que perderam a vida lutando pelo Exército britânico durante a Primeira Guerra Mundial. 
Passaremos nossa última noite no hotel Le Meridien.
 
Pernoite em hotel
 
Café da manhã


01/09 - 15º Dia - DELHI / ORIGEM

Dia livre em Delhi, de acordo com o horário de partida de cada um. Traslado ao aeroporto não incluído.

Sem pernoite incluso

Café da manhã



Datas e Preços

Calendário

Datas

Status

A Partir de

 

18/08/2019

Há Vagas

US$ 4.500,00
Terrestre

Faça sua pré-reserva

PREÇO POR PESSOA - TARIFA EM US$ - SOMENTE TERRESTRE

SAÍDA

HOSPEDAGEM

DBL

Agosto/2019

Delhi - Le Meridien Hotel
Leh - Singge Palace
Trekking - Acampamento Full

4.500

Valor válido para grupo mínimo de 8 pessoas.
 
Para grupos de 4 ou 5 pessoas: US$ 5500,00 por pessoa em quarto duplo.
 
Para grupos de 6 ou 7 pessoas: US$ 5000,00 por pessoa em quarto duplo.
 
Single supplement involuntário: US$ 700,00 por pessoa.
Conforme os clientes forem se inscrevendo na viagem serão feitos pares para a divisão de quartos. Caso, ao final do período de inscrição alguém fique sem par, esta pessoa terá de pagar um single supplement de US$ 700,00
 
Single supplement voluntário: US$ 1400,00 por pessoa
Caso a pessoa escolha ficar em quarto individual pagará o dobro do single supplement Involuntário, ou seja, US 1400,00 já que por sua escolha outra pessoa do grupo também ficará em um quarto individual.

TRECHO AÉREO ORIGEM / DELHI / ORIGEM - VALORES EM US$ **

CIA. AÉREA

VALOR A PARTIR DE

Emirates / Qatar

Sob Consulta

** Preço por pessoa em US$ (Dólares)
** Preço sujeito alteração sem aviso prévio
** Dólar do dia do fechamento da viagem
 
Todos os roteiros estão sujeitos à confirmação quanto à disponibilidade de vagas de todos os serviços locais.
 
Formas de pagamento:
 
Cheque
6 x sem juros em cheques pré datados.
5 x sem juros até 30 dias antes do embarque.
(30% na 1 a. parcela e o restante em parcelas de igual valor).
* Aceitamos somente cheque do próprio viajante.
 
Cartão
Visa, Mastercard e Amex - Entrada + 3 x sem juros.
(Entrada de 30% em cheque ou depósito e o restante em até 3 x iguais no cartão).
 
*** Para clientes estrangeiros, consultar condições de pagamento.
*** For foreign clients consult payment rules.
 
Reservas:
Mediante o sinal de US$ 200 por pessoa, para solicitação da reserva completa (trechos aéreos, hospedagem, passeios e demais serviços). O sinal recebido para reserva será descontado do valor total do roteiro reservado no ato do pagamento do restante do valor total do pacote. Esse valor será integralmente reembolsado ao cliente, no caso de não confirmação por parte da agência do roteiro conforme solicitado. O valor não será reembolsado ao cliente, em caso de desistência e ou cancelamento por parte do cliente, do roteiro reservado, após a confirmação da reserva total por parte da agência. Valor esse, retido a título de perdas e danos para pagamento de multas de cancelamento de reserva junto a terceiros.
 
 
Cancelamentos
Em caso de cancelamento por parte do passageiro após a reserva emitida, serão abatidos os valores referentes à taxa administrativa e a multa de cancelamento da companhia aérea, e sobre o valor restante pago incidirão as seguintes taxas de cancelamento que serão rigorosamente cobradas:
 
Parte terrestre
Cancelamento até 30 dias do início da viagem: multa de 10% do valor total
Cancelamento entre 29 e 21 dias do início da viagem: multa de 20% do valor total
Cancelamentos com 20 ou menos dias do inicio da viagem: percentuais superiores aos acima referidos, desde que correspondentes a gastos efetivamente comprovados pela agência perante a EMBRATUR, efetuados em decorrência da desistência do usuário.
 
Parte aérea: Taxa ou multa de cancelamento cobrada pelas Companhias Aéreas para os bilhetes em questão.
 
 
Para remarcações de datas: As solicitações de alteração de data devem ser comunicadas por escrito. Serão cobrados ajustes tarifários nos casos devidos.
 

O que está Incluso

Inclui:
- Transporte privado em veículo com ar condicionado e em Delhi e veículo não climatizado em Leh;
- Acomodação no hotel citado ou similar, em quartos duplos, com café da manhã em Delhi e em regime de pensão completa em Leh e durante o trekking;
- Ingressos e passeios especificados;
- Acompanhamento de guia brasileiro a partir de Delhi.
- Voo Delhi - Leh - Delhi.
- Alimentação conforme citada no itinerário.
- Permissão de trekking.
- Equipamentos de camping e cozinha, incluindo barraca refeitório com cadeiras dobráveis, barraca WC, barracas de montanha duplas para os clientes, colchonetes
- Equipe local, incluindo um cozinheiro e um ajudante, muleiros com mulas suficientes para transportar as provisões e a bagagem dos clientes durante o trekking.
- Veículo extra para transportar o equipamento de trekking e a equipe de suporte até o ponto de início e de final do trekking.
- Brinde Pisa trekking
 
Não Inclui:
- Voos internacionais;
- Seguro Viagem
- Alimentação não citada no itinerário;
- Bebidas;
- Vistos ou gorjetas;
- Qualquer item não citado acima.

O que levar

O QUE LEVAR
 
PÉS 
∙ Botas de Caminhada: Devem ser específicas para trekking e cobrir o tornozelo. Compradas com antecedência e "amaciadas". Comprar no Brasil. Recomendamos botas italianas como a Asolo, Scarpa ou La Sportiva. No Brasil é mais fácil encontrar da marca Salomon ou da Snake. Se você já tem a sua e se ela já tem mais de cinco anos, mesmo em bom estado, substitua por uma nova. Tanto a cola como os materiais ressecam com o passar do tempo e existe o risco de descolamento da sola.
 
∙ Meias de Trekking: O ideal são meias de trekking de lã ou outro material térmico como a das marcas Thorlo, Smart Wool, Mund ou Fox River. Essas meias devem ser específicas para trekking, compradas em casas especializadas. Você vai notar que as meias de trekking são bastante caras, mas pense que estará andando por muitos dias. É importante ter os pés secos, confortáveis e quentes.
 
∙ Liners: Para quem tem extremidades frias é recomendado levar também meias finas ou liners de material térmico tipo capilene ou polipropileno.
 
∙ Papete ou Crocs: Um par de sandálias ou chinelos. O ideal são "papetes" ou Crocs, pois podem ser usadas com meias, para descansar os pés após chegarmos ao lodge ou no acampamento.
 
∙ Tênis: Um par de tênis para os passeios nas cidades.
 
PERNAS
 
∙ Segunda Pele: Calças térmicas (segunda pele) tipo capilene ou polipropileno. 
 
∙ Calça Trekking: Estas novas matérias de calças de trekking são mais justos já que de material stretching e resistentes a água secando com muita facilidade e sujando menos.
 
∙ Calça de Fleece: Calça de fleece fino para usar a noite nos lodges ou barracas refeitórios ou então como uma camada extra nos dias mais frios. 
 
∙ Shorts: Um short ou bermuda. Pode ser também uma calça com zíper na perna.
 
TRONCO

∙ Segunda Pele: Blusas térmicas (segunda pele) tipo capilene, polipropileno ou melhor ainda Power Stretch. 
 
∙ Camisetas Dry Fit: Camisetas de manga curta e camisetas de manga longa (além da roupa de baixo), de preferência de material tipo dry fit. 
 
∙ Fleece Fino: Um pulôver de fleece fino. 
 
∙ Fleece Grosso: Um pulôver de "fleece" grosso. 
 
∙ Anorak: Um anorak com gorro, de preferência de material respirável como Gore Tex. Este anorak deverá ser bastante fino e ocupar pouco espaço, já que estarão dentro de sua mochila todos os dias. Evitar anoraks forrados de fleece. Existem vários modelos, mas o importante é buscar um com capuz ajustável, zíper em baixo dos braços para melhor ventilação.
 
∙ Casaco de pena de ganso: Um anorak com gorro, de preferência de material respirável como Gore Tex. Este anorak deverá ser bastante fino e ocupar pouco espaço, já que estará dentro de sua mochila todos os dias. Evitar anoraks forrados de fleece. Existem vários modelos, mas o importante é buscar um com capuz ajustável, zíper em baixo dos braços para melhor ventilação.
 
∙ Casaco de pena de ganso

CABEÇA

∙ Gorro: Gorro de fleece grosso cobrindo as orelhas. 
 
∙ Boné: Pode ser com ou sem proteção para o pescoço tipo legionário.
 
∙ Cachecol ou Buff: Cachecol de fleece, lã ou um Buff, produto espanhol extremamente versátil.
 
MÃOS

∙ Luva Fina: Um par de luvas finas de material térmico. 
 
∙ Luva Grossa: Um par de luvas grossas. A luva grossa deve ser grande o suficiente para ser usada com a fina por baixo sem comprimir as pontas dos dedos.
 
EQUIPAMENTOS PARA TREKKING
 
∙ Óculos: Óculos escuros com filtro UV. É necessário ter proteção lateral.
 
∙ Sleeping Bag (-20°): Saco de dormir confortável para temperaturas de menos 20 graus.
Este item também pode ser alugado em Katmandu por aprox. US$ 20.
 
∙ Mochila Day Pack: Uma mochila média de capacidade entre 35 a 50 litros com alças bem confortáveis e acolchoadas.
 
∙ Cobre Mochila

∙ Head Lamp: Lanterna com pilhas reservas. Embora as head lamps (lanternas que são usadas presas na cabeça) não sejam obrigatórias, elas são muito mais práticas, já que deixam as mãos livres.
 
∙ Bastões de caminhada: Bastões de caminhada de altura regulável.
 
MISCELÂNIA 
 
∙ Sacos Estanques: É muito importante levar sacos estanque ou sacos plásticos para acomodar todas as suas roupas, sleeping bag, equipamentos eletrônicos, etc.
Se for levar sacos plásticos, opte por sacos mais grossos e resistentes. 
Leve uma quantidade suficiente para tudo possa ser ensacado, tanto as coisas que irão na mochila com você quanto as coisas que irão no duffle bag. É interessante ter sacos de vários tamanhos, como por exemplo, um grande para o sleeping bag, alguns de tamanho médio para roupas e um pequeno para documentos e aparelhos eletrônicos. 
 
∙ Despertador: Traga um despertador. Os celulares não funcionam muito bem, já que em algumas viagens não conseguimos recarregar a bateria.
 
∙ Purificador de água: Purificador de água a base de iodo (é o mais efetivo) em comprimidos. Se não encontrar um a base de iodo trazer um a base de cloro.
 
∙ Pee Bottle: Este é um cantil de boca larga para ser usado como urinol a noite para não termos de sair do quarto para urinar. Para mulheres que não se sentem confortáveis em usar um cantil sugerimos comprar um tupeware cilíndrico de ao redor de 15x15 centímetros.
 
∙ Cantil: Cantil de 1 litro. Os cantis de plástico duro são os mais recomendados, principalmente os de boca larga. Como enchemos os cantis nos riachos, não é recomendável qualquer cantil que seja recoberto por tecido, pois molha.
 
∙ Filtro solar e labial: Filtro solar com proteção mínima fator 15 e protetor labial com filtro solar.
 
∙ Toalha: Toalha. Recomendamos comprar uma wet towel, toalha de material sintético que deve ser guardada molhada e com isso não fica com mau cheiro.
 
∙ Duffle Bag: Saco de cordura ou nylon grosso para os carregadores / mulas levarem seu equipamento durante o trekking ou escalada.
 
∙ Cadeado: Comprar de tamanho médio para o duffle bag. Sugerimos os de números ao invés de chave, pois são mais práticos.
 
∙ Máquina Fotográfica 
 
∙ Snacks: Recomendamos levar dois snacks por dia de expedição, para comer entre as refeições. Por um snack entende-se a quantidade de calorias equivalente a uma barra de cereais. Pode ser chocolate, frutas secas, nozes, barra de cereais, castanhas, bolachas etc.
 
∙ Papel Higiênico: Recomendamos dois rolos.
 
∙ Lenços Umedecidos: Lenços umedecidos, os da marca Jhonson são mais macios a agradáveis ao tato. Após limpeza com os lenços umedecidos recomendamos usar talco para tirar a sensação pegajosa que os lenços deixam.
 
∙ Lenços de papel: Lenços de papel em grande quantidade (nas montanhas, devido ao ar frio e seco, a coriza é constante).
 
∙ Talco: Para ser usado após fazer a higiene com os lenços umedecidos. Dá uma sensação de limpeza maior. Trazer uma embalagem pequena.
 
∙ Artigos de Toilete
 
∙ Óculos de grau reserva 
 
∙ Remédios 
 
- Medicamentos de uso pessoal. Trazer do Brasil. 
*Recomendamos a seguinte lista:
Ciprofloxacina para tratamento de diarréia bacteriana;
Azitromicina para tratamento de infecções bacterianas das vias respiratórias;
Analgésicos como Novalgina ou Paracetamol;
Descongestionante nasal como Naldecon diurno e noturno;
Rehidratante oral em pó;
Antiinflamatório;
Fibra como Metamucil caso você tenha tendência para obstipação.
*Lista apenas de recomendação. Consulte seu médico sobre qual medicamento levar. 
 
TABELA DE QUANTIDADES
 
PÉS
 
BOTAS DE CAMINHADA 1
MEIAS DE TREKKING 6 a 7 pares
MEIAS LINER 2 pares
PAPETE OU CROCS 1
TENIS 1
 
PERNAS
 
SEGUNDA PELE 1 grossa e 1 fina
CALÇA TREKKING 2
CALÇA DE FLEECE 1
SHORTS 1
 
TRONCO
 
SEGUNDA PELE 1 grossa e 1 fina
CAMISETAS DRY FIT 3 manga curta e 3 manga longa
FLEECE FINO 1
FLEECE GROSSO 1
ANORAK 1
CASACO PENA DE GANSO 1
 
CABEÇA
 
GORRO 1
BONÉ 1
CACHECOL OU BUFF 1
 
MÃOS
 
LUVA FINA 1
LUVA GROSSA 1

Informações Importantes

1 – Como é o clima nesta viagem?

Nas montanhas temos uma variação bastante grande de temperatura dependendo da altitude onde estamos. Em Leh, os dias são sempre ensolarados nesta época do ano, com temperaturas ao redor de 15 graus, podendo a noite chegar aos 5 graus. Durante o trekking, temos temperaturas agradáveis para caminhar durante o dia, mas ao cair do sol fará bastante frio principalmente nos vilarejos mais altos, quando pode chegar a 5 graus negativos durante a madrugada.

 

2 – Como serão nossos transportes?

Em Delhi teremos a nossa disposição confortáveis veículos com ar condicionado para nossos traslados do aeroporto e passeios pela cidade. Em Leh faremos passeios a pé e utilizaremos confortáveis veículos para os passeios fora da cidade e para levar-nos ao inicio do trekking e levar-nos de volta a Leh ao final do trekking.

 

3 – Como é nossa acomodação?

Em Delhi nos hospedaremos no Hotel Le Meridien (5*) ou outro hotel similar em quartos duplos com café da manhã. Caso você prefira, pode optar pelo quarto individual com um custo extra de US 1400,00. Caso ao final do período de inscrição alguém fique sem par para dividir o quarto, terá de pagar um suplemento de acomodação individual de US$ 700,00.

Durante o trekking, dormiremos em barracas duplas de alta montanha. Teremos equipamentos de camping e cozinha, incluindo barraca refeitório com cadeiras dobráveis e barraca WC.

 

4 – Porque usamos um hotel 5 estrelas em Delhi quando no trekking dormimos em barracas?

Depois de uma longa viagem internacional do Brasil à Índia é um alívio chegar a um bom hotel, confortável e silencioso. Também na volta a Leh, após duas semanas dormindo em barracas é delicioso voltar ao conforto de um bom hotel.

 

5 – Que roupas e equipamentos devo usar?

Com nossa experiência de anos desenvolvemos uma completa lista de roupas e equipamentos para serem levados. Consulte a lista na aba Lista de equipamentos de nosso site. As roupas de cidade poderão ser deixadas e Leh durante o trekking, e o restante será colocado em um duffle bag (grande bolsa de cordura com zíper) e levada por mulas. Cada cliente tem direito a 15 para ser carregado pelas mulas.

 

6 – Como este trekking é classificado em termos de dificuldade?

O grau de dificuldade de uma trilha é bastante subjetivo. O que é uma trilha fácil para um, é impossível para outro dependendo da forma física, experiência, idade e mais do que tudo motivação. Apesar disso, de um modo geral, costuma-se classificar este trekking em grau médio de dificuldade. A média de distâncias percorridas será de aproximadamente 11 km por dia. A altitude é grande fator de dificuldade, já que em alguns dias estaremos acima de 4.000 metros e cruzaremos um passo de 5.100 metros. Também o frio dificulta um pouco, mas com bom equipamento, essa dificuldade é contornada. Como resumo, podemos dizer que uma pessoa saudável, em regular estado de preparo físico poderá fazer esta trilha sem maiores problemas. Recomendamos um preparo físico de pelo menos 6 meses para aqueles que são sedentários. Caminhadas, bicicleta e aparelhos como step nas academias são treinos efetivos para o que vamos enfrentar na trilha.

 

7 - Quanto dinheiro devo levar?

Nos dois dias em Delhi deveremos pagar pela alimentação, já que apenas o café da manhã está incluído. Já em Leh e durante o trekking teremos pensão completa e não gastaremos nada com alimentação. Gorjetas não estão incluídas e o artesanato é bonito e barato. Importante: Nossa recomendação é levar o dinheiro dividido em Cartão de Débito (não é cartão de crédito, mas um cartão que possa ser usado em caixas eletrônicos para sacar dinheiro, cartão de crédito normal (de preferência Visa ou Mastercard. American Express não é muito aceito na Índia) e Dólar ou Euro. Se levar dólares, lembrar que devem ser as notas novas, com as caras dos presidentes “grandes” e não as notas antigas. Também, de preferência, que não contenham nenhuma rasura. Recomendamos US$ 150 por pessoa de gorjeta para nossa equipe.

 

8- Por que exigimos que você, para participar desta viagem, tenha um seguro de viagem que cubra resgate por helicóptero?

É tranquilizante saber que, se algo acontecer, você pode ter tratamento gratuito nos melhores hospitais ou, se for o caso, ser transportado a um dos países vizinhos (Tailândia ou Cingapura) com melhor atendimento médico sem custo. Também sua bagagem está segurada no caso de extravio durante os voos. Toda ocorrência deve ser comunicada o mais rapidamente possível à companhia de seguros. Leia com muita atenção seus direitos e deveres perante a seguradora para não haver problemas futuros.

 

9 – A Índia é um país seguro?

Violência é uma coisa pouco comum na Ásia em geral, mas particularmente a Índia é muito segura. Você poderá com tranquilidade caminhar pelas ruas a qualquer hora do dia ou da noite. Aliás, esse é um dos aspectos surpreendentes de viajar pela Índia. Apesar da pobreza extrema do país e de seus habitantes, a doutrina do Karma, lei da Causa e do Efeito, seguida tanto por hindus como por budistas, desestimula a prática da violência como método de melhoria de suas condições de vida.

 

10 – E quanto as doenças?

Com algumas vacinas (Hepatite A e Febre Tifoide) e cuidados com a água e evitar saladas cruas e frutas com casca conseguiremos evitar as doenças mais comuns. Recomendamos conversar com o seu médico sobre vacinação e fazer uma consulta a um dos serviços de Medicina dos Viajantes. Para informações sobre vacinas ver na aba Voos, Vistos e Vacinas.

 

11 – Este trekking é muito desconfortável?

Apesar de estarmos em uma região bastante remota, procuramos deixar a caminhada o mais confortável possível, afinal são 9 dias nas montanhas e a maior parte das pessoas não está acostumada a trekkings longos. Você entregará todos os dias pela manhã seu duffle bag com todo seu equipamento ao nosso muleiro para que transporte sua bagagem nas mulas. Você caminhará com apenas uma mochila de 30 a 50 litros com sua máquina fotográfica, um litro de água, filtro solar e labial, anorak (corta vento), alguns snacks e as roupas que, pela manhã, orientaremos para você levar. Nossa equipe estará sempre atenta as nossas necessidades e terão o maior prazer em levar também esta pequena mochila caso você esteja cansado ou tenha algum problema de coluna.

 

12 – Como faço para tirar o visto e quanto custa?

O visto para a Índia deve ser tirado previamente.  No site da Embaixada da Índia http://indianembassy.org.br/servicos-consulares/vistos/ você pode baixar o formulário e ter toda informação necessária. Além do formulário você precisará:

Passaporte com validade mínima de 6 meses.

Duas fotos de tamanho 5cm x 5cm com fundo branco.

Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela.

Cópia do passaporte estrangeiro, se o requerente for brasileiro com dupla nacionalidade.

Taxa para Visto de Turismo (visto tem validade de até 1 ano e permite múltiplas entradas) – R$ 315,00

Taxa ICWF – Fundo de Bem Estar da Comunidade Indiana (o pagamento é feito separadamente da taxa de visto) – R$ 10,00

Taxa para SEDEX, caso deseje enviar e receber a documentação pelos Correios – R$ 60,00

O prazo costuma ser de poucos dias, mas tenha em consideração os prazos de envio e recebimento caso não apresente e retire pessoalmente.

 

13 – E se eu quiser fazer uma extensão a outras regiões da Índia?

Se você tem alguns dias a mais de férias não perca a oportunidade de conhecer algumas das mais importantes cidades da Índia como Varanasi, Kajuraho, Agra, Jaipur, Jodhpur, Rishikesh. Entre em contato com seu agente de viagens e ele lhe oferecerá uma dessas maravilhosas opções.

 

14 – Existe algum limite de idade?

Devido ao fato de que crianças têm maior predisposição a desenvolver Mal de Altitude recomendamos não levar crianças de menos de 13 anos a este trekking. Quanto ao outro lado do espectro de idade, recomendamos que pessoas com mais de 50 anos visitem seu médico e que façam uma avaliação cardiológica antes de fazerem o trekking.

 

15 – E se eu tiver alguma doença crônica como hipertensão ou diabetes?

De um modo geral doenças crônicas controladas não são impedimento para fazer o trekking, mas recomendamos fortemente que a pessoa consulte seu médico e que discuta com ele sobre se este trekking é uma atividade adequada para ela. Estamos à disposição para dar ao seu médico todas as informações que ele necessite sobre o trekking para ele tomar sua decisão. Entre em contato conosco.

 

16 – Posso fazer ligações internacionais ou ter acesso a internet durante o trekking?

Em Delhi e Leh teremos internet. O mais indicado é comprar um chip de alguma companhia de telefone de lá. Para isso você precisará de 2 fotografias 3 x 4. Durante o trekking não teremos sinal de telefone nem internet.

 

17 – Posso recarregar os meus eletrônicos durante o trekking?

Não. Somente nas cidades. O mais recomendado é levar baterias de reserva ou Power Banks.

 

Caso tenha outras dúvidas, consulte seu agente de viagens!

 

Guias da Trilha

  • Luiz Simões

    Luiz Simões deixou os estudos de biologia para ser fotógrafo. Depois de alguns anos trabalhando em estúdio decidiu dedicar-se a viajar e por 5 anos não teve moradia fixa conhecendo diversos países na Ásia, África, Europa e América. Antes de fixar sua residência em Barcelona, Luiz tornou-se um grande adepto do cicloturismo. Na década de 80 realizou sua primeira viagem em bicicleta, percorrendo 2 mil quilômetros por Marrocos. Depois de muitos estudos e preparativos realizou a mais difícil de suas viagens: a travessia da Argélia em solitário, pedalando 5 mil quilômetros pelo Sahara, até as regiões do Hogar e do Tassili n'Ajjer, com trechos de 300 quilômetros sem água e de até 16 dias sem cidades. Em sua primeira viagem ao Himalaia, em 1989, conheceu Manoel Morgado. Um mês e meio de pedaladas cruzando passos a mais de 4 mil metros de altitude entre Kashmir, Ladakh e Zanzkar os converteu em eternos amigos.

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